segunda-feira, 17 de agosto de 2015

Entrevista: Autora Nath Mascarenhas

   Oiii gente, hoje trago a entrevista com a nossa parceira, a autora Nath Mascarenhas. Tem um post sobre ela aqui.

1.   Como você percebeu que o seu destino era ser escritora?
R: Bom, eu nunca coloquei “ser escritora” como meu destino - pois ainda estou o escrevendo, rs - mas sim como o meu caminho. Desde pequena, sempre fui muito tímida e introvertida, escrever era o meu caminho para que conseguisse me expressar livremente, sem timidez, sem aquele medo de tropeçar nas palavras ou de que não me escutassem. Entretanto, quando eu comecei a postar em sites minhas histórias, meus contos e etc.... , por pura diversão, eu percebi que eu poderia transformar esse hobby em algo mais sério, pois além de me fazer bem, já que conseguia exprimir meus sentimentos no que eu estava escrevendo, eu notei que as minhas palavras atingiam mais e mais pessoas de maneira benéfica e cativante.

2.   De onde surgiu a motivação para ser escritora? Algum escritor ou livro te influenciou? 
R: Para falar a verdade, escrever sempre foi minha válvula de escape.... Surgiu como uma forma de me acalmar e pôr os meus pensamentos em ordem. Porém, com o passar do tempo, ser escritora se tornou minha paixão que se renova a cada começo de mais uma história. Muitos autores me inspiraram, e me inspiram até hoje, a melhorar como escritora, a abordar certos tipos de assunto e etc... porém não tenho nenhum específico pois leio de tudo um pouco.

3.   De onde vêm seus personagens? São inspirados em pessoas reais ou foram criados por você?
R: Meus personagens vêm da vida, do cotidiano. Sou muito observadora e gosto de pegar características peculiares das pessoas do meu dia-a-dia e mistura-las, para criar um personagem único, porém real. Eu gosto muito de criar personagens que quem leia possa se identificar.

4.   Por que você gosta de escrever?
R: Como eu já disse a cima, a escrita é uma maneira de eu expor meus sentimentos, mas também de explorar minha criatividade ao máximo na criação de histórias. 

5.   Quais são seus livros e autores preferidos?
R: Eu amo ler e escolher os meus favoritos é uma árdua missão... porém, Alguém para Amar de Judith McNaught me marcou bastante. Eu gosto de Nicholas Sparks também.

6.   O que você mais gosta nas suas histórias?
     R:  Pergunta difícil... Eu gosto muito que os leitores se identifiquem com os personagens, o enredo e tal.

7. O que afetou na sua vida começar a escrever? 
R: Na época do colégio, época difícil para boa parte da sociedade, eu sofri bastante preconceito, bullying e me sentia extremamente deprimida. Assim, escrever era uma maneira de escapar dessas coisas que me rodeavam.

7.   Você gostava de ler e escrever na infância/adolescência?
R:Sim, adorava!

8.Você já tem livros publicados? Se sim, quais foram as maiores dificuldades encontrada para publicá-lo(s)? 
R: Faço parte de uma coletânea de crônicas chamada “Solilóquio” que foi lançada esse ano, porém tenho um projeto de lançar o meu próprio em breve. Pra mim, a minha maior dificuldade em publicar qualquer coisa é que eu ou perfeccionista e cada vez que eu releio qualquer história que eu escrevi, acho que eu posso melhorar alguma coisa, rs. Entretanto, é bastante difícil conseguir uma editora séria e competente...   

9.Dizem que os personagens têm muito do autor. Qual dos seus personagens tem mais de você? Por que? 
R: Na minha crônica “Extraordinária”, que está no livro Solilóquio, foi um texto em que eu me inspirei na minha própria história. A personagem parece ser minha consciência falando ao leitor.... Fora essa, é bem provável que minhas personagens devem ter algumas características minhas, principalmente na maneira de pensar, porém tento ser imparcial ao escrever uma história, pois também tenho que descrever sobre diferentes modos de agir, pensar e etc.

11. Quais dicas você dá para quem quer iniciar a carreira de escritora?R:  Leia bastante, pois isso refinará sua escrita, observe e esteja conectado com o mundo a sua volta.... Tem sempre inspirações para uma nova história em qualquer lugar que vá. Pratique também e se divirta... não tome a escrita como uma obrigação, uma fonte de dinheiro, pois assim sofrerá grande pressão e nada fluirá. E, por último, deleite-se com as palavras e deixe-as fluir...

Gostaram de conhecer a Nath mais um pouquinho??
Beijinhooss